Thursday, July 21, 2005
Wednesday, July 20, 2005
Tuesday, July 19, 2005
Monday, July 18, 2005
Sunday, July 17, 2005
Saturday, July 16, 2005
Friday, July 15, 2005
Wednesday, July 13, 2005
23/12/00 – Oberassen/Rasun di Sopra
(Trentino Alto-Adige)
Hotel Andreas Hofer
Parece incrível, desde maio sonhávamos com a foto do hotel com o pinheiro coberto de neve que havíamos visto na Internet. Finalmente aqui estamos, na verdade passou super-rápido! Já foi metade da viagem, e já vimos coisas fantásticas...
O amanhecer em Ortisei foi lindo, céu muito azul e sol, com as ruas, as árvores, os carros e os telhados cobertos de branco. Noves horas da manhã e temperatura de –10°C, inacreditável. Tomamos um delicioso café da manhã com pão da padaria do hotel (um pão integral com nozes e amêndoas que é maravilhoso) além de queijos e speck!
Saímos para dar uma volta para dar uma olhada nas lojas de artesanato em madeira pois a mãe pediu para ver umas peças para completar o presépio dela, mas acabei desistindo de comprar pois cada imagem em madeira, das menores, custava entre R$40 e R$50 (eu iria gastar mais ou menos R$400,00 para comprar tudo). Deixamos Ortisei e andamos um pouco além até chegar em uma subida de teleférico de onde era impossível seguir em frente (passamos pelo Hotel Mignon do amigo do Rino, primo do meu pai).
Depois rumamos de volta à estrada que vai para a passagem de Brenner, e seguindo as indicações, para Brunico. Seguimos com facilidade até Brunico, e lá chegamos bem em tempo de pegar o centro de informações turísticas (i) aberto, pois fechava para almoço em 5 minutos. Lá, o Marcelo conseguiu um mapa local e as explicações para chegar em Oberassen, a minúscula cidade onde fica nosso hotel. Seguimos as indicações e TCHAN!TCHAN!TCHAN! Facilmente chegamos ao hotel (mas se não fosse o novo mapa com as novas informações, não teríamos chegado “nem a pau”).
A cidadezinha não tem nada, mas está toda branquinha de neve e é próxima de vários centros de esqui. Não precisamos de mais nada! O hotel é excelente, quarto bem amplo, cobertores de pena, banho bem quente (só tivemos que comprar um sabonete). Além disso, tem sala com lareira, sala de jogos (até com boliche!), bar, restaurante (janta e café incluídos e a ceia de Natal com all included!), sauna, jacuzzi...Largamos nossas coisas no quarto e verificamos que o resto do pessoal ainda não havia chegado. Saímos para um reconhecimento de carro e para arranjar um lugar para almoçar. Andamos alguns quilômetros até Anterselva/Antholzertal, que é uma escola e centro de Ski Fondo e Biathlon (não é o esqui de descer montanha e sim percorrer distâncias). Lá tem um simpático restaurante com ótimos preços onde almoçamos em meio a vários esquiadores. Comi um tagliatelle ao porchini e o Marcelo um penne ao funghi (na verdade, ele pediu um spaghetti aos quatro queijos, mas o “tio” entendeu errado). Lugar lindo, tudo coberto de neve, o sol brilhando.
Na saída, o Marcelo foi se informar sobre o aluguel e aula de esqui e já deixou marcada uma aula de 50 minutos para amanhã às 10h. Custo para uma pessoa de L$50.000, cada pessoa a mais sai por L$ 15.000, e o aluguel do equipamento (esquis, bastões, botas, etc) por L$ 13.000 para o dia todo. Ai, ai, ai... isso não vai dar certo, vamos ver o que vai acontecer amanhã! Depois, voltamos até Brunico para abastecer, comprar bobagens no supermercado (teremos dois dias de feriado pela frente) e ainda paramos em uma feirinha de Natal onde comprei uma fixa de lã que serve como tiara e protetor de orelhas e o Cello luvas para o Neni. Nesta feirinha havia diversas barraquinhas vendendo doces (um mais lindo que o outro), chocolate quente, e um tipo de quentão. Como é ao ar livre, tem pequenos quiosques com aquecimento (acho que com carvão) para amenizar o frio. A temperatura hoje variou de –10 a –3°C, mesmo com muito sol! Agora tomamos banho e depois desceremos para a janta, que está incluída na diária e é as 18h30 (espero que a ceia amanhã seja um pouquinho mais tarde...).
Descemos para a salada da lareira para aguardar a janta e eles chegaram (haviam passado o dia em Bolzano). Jantamos em mesas separadas pois as outras maiores já estavam ocupadas, mas é superdivertido. Todos os hóspedes jantam ao mesmo tempo. A janta foi: lasanha (primo piati), buffet de saladas muito gostoso, vitela com purê de batatas (secondo piati), panna cotta (desert), com vinho e água. Delicioso! Depois de jantar, eu o Cello e o Magno descemos para o bar do hotel, que fica no subsolo e é muito divertido. Além do serviço de bar, tem 3 pistas de boliche (funciona com ficha = L$3500 = 10 minutos), sinuca, fla-flu. Superanimado. Jogamos algumas partidas de
boliche, bem legal!
Mais tarde um pouco, o Magno subiu para tomar banho e eu e o Cello ficamos tomando cerveja. Subi para buscar um chocolate e quando desci o Marcelo estava em “altos papos” com dois italianos (que não falam uma palavra de inglês) e o menino que trabalha no bar e no hotel (que fala inglês), chamado Annes. Ficamos um tempão tomando cerveja e tentando falar italiano. Foi bem divertido. Um se chama Daniele e nos disse que quase todos os hóspedes são regulares, vem rotineiramente aqui e se conhecem. Ele passa o Natal e o Ano novo aqui há 18 anos!! O outro se chama Stefano e se hospeda na casa de amigos aqui em frente e faz as refeições no hotel. Foi muito jóia!
Até mais.
Hotel Andreas Hofer
Parece incrível, desde maio sonhávamos com a foto do hotel com o pinheiro coberto de neve que havíamos visto na Internet. Finalmente aqui estamos, na verdade passou super-rápido! Já foi metade da viagem, e já vimos coisas fantásticas...
O amanhecer em Ortisei foi lindo, céu muito azul e sol, com as ruas, as árvores, os carros e os telhados cobertos de branco. Noves horas da manhã e temperatura de –10°C, inacreditável. Tomamos um delicioso café da manhã com pão da padaria do hotel (um pão integral com nozes e amêndoas que é maravilhoso) além de queijos e speck!
Saímos para dar uma volta para dar uma olhada nas lojas de artesanato em madeira pois a mãe pediu para ver umas peças para completar o presépio dela, mas acabei desistindo de comprar pois cada imagem em madeira, das menores, custava entre R$40 e R$50 (eu iria gastar mais ou menos R$400,00 para comprar tudo). Deixamos Ortisei e andamos um pouco além até chegar em uma subida de teleférico de onde era impossível seguir em frente (passamos pelo Hotel Mignon do amigo do Rino, primo do meu pai).
Depois rumamos de volta à estrada que vai para a passagem de Brenner, e seguindo as indicações, para Brunico. Seguimos com facilidade até Brunico, e lá chegamos bem em tempo de pegar o centro de informações turísticas (i) aberto, pois fechava para almoço em 5 minutos. Lá, o Marcelo conseguiu um mapa local e as explicações para chegar em Oberassen, a minúscula cidade onde fica nosso hotel. Seguimos as indicações e TCHAN!TCHAN!TCHAN! Facilmente chegamos ao hotel (mas se não fosse o novo mapa com as novas informações, não teríamos chegado “nem a pau”).
A cidadezinha não tem nada, mas está toda branquinha de neve e é próxima de vários centros de esqui. Não precisamos de mais nada! O hotel é excelente, quarto bem amplo, cobertores de pena, banho bem quente (só tivemos que comprar um sabonete). Além disso, tem sala com lareira, sala de jogos (até com boliche!), bar, restaurante (janta e café incluídos e a ceia de Natal com all included!), sauna, jacuzzi...Largamos nossas coisas no quarto e verificamos que o resto do pessoal ainda não havia chegado. Saímos para um reconhecimento de carro e para arranjar um lugar para almoçar. Andamos alguns quilômetros até Anterselva/Antholzertal, que é uma escola e centro de Ski Fondo e Biathlon (não é o esqui de descer montanha e sim percorrer distâncias). Lá tem um simpático restaurante com ótimos preços onde almoçamos em meio a vários esquiadores. Comi um tagliatelle ao porchini e o Marcelo um penne ao funghi (na verdade, ele pediu um spaghetti aos quatro queijos, mas o “tio” entendeu errado). Lugar lindo, tudo coberto de neve, o sol brilhando.
Na saída, o Marcelo foi se informar sobre o aluguel e aula de esqui e já deixou marcada uma aula de 50 minutos para amanhã às 10h. Custo para uma pessoa de L$50.000, cada pessoa a mais sai por L$ 15.000, e o aluguel do equipamento (esquis, bastões, botas, etc) por L$ 13.000 para o dia todo. Ai, ai, ai... isso não vai dar certo, vamos ver o que vai acontecer amanhã! Depois, voltamos até Brunico para abastecer, comprar bobagens no supermercado (teremos dois dias de feriado pela frente) e ainda paramos em uma feirinha de Natal onde comprei uma fixa de lã que serve como tiara e protetor de orelhas e o Cello luvas para o Neni. Nesta feirinha havia diversas barraquinhas vendendo doces (um mais lindo que o outro), chocolate quente, e um tipo de quentão. Como é ao ar livre, tem pequenos quiosques com aquecimento (acho que com carvão) para amenizar o frio. A temperatura hoje variou de –10 a –3°C, mesmo com muito sol! Agora tomamos banho e depois desceremos para a janta, que está incluída na diária e é as 18h30 (espero que a ceia amanhã seja um pouquinho mais tarde...).
Descemos para a salada da lareira para aguardar a janta e eles chegaram (haviam passado o dia em Bolzano). Jantamos em mesas separadas pois as outras maiores já estavam ocupadas, mas é superdivertido. Todos os hóspedes jantam ao mesmo tempo. A janta foi: lasanha (primo piati), buffet de saladas muito gostoso, vitela com purê de batatas (secondo piati), panna cotta (desert), com vinho e água. Delicioso! Depois de jantar, eu o Cello e o Magno descemos para o bar do hotel, que fica no subsolo e é muito divertido. Além do serviço de bar, tem 3 pistas de boliche (funciona com ficha = L$3500 = 10 minutos), sinuca, fla-flu. Superanimado. Jogamos algumas partidas de
boliche, bem legal!
Mais tarde um pouco, o Magno subiu para tomar banho e eu e o Cello ficamos tomando cerveja. Subi para buscar um chocolate e quando desci o Marcelo estava em “altos papos” com dois italianos (que não falam uma palavra de inglês) e o menino que trabalha no bar e no hotel (que fala inglês), chamado Annes. Ficamos um tempão tomando cerveja e tentando falar italiano. Foi bem divertido. Um se chama Daniele e nos disse que quase todos os hóspedes são regulares, vem rotineiramente aqui e se conhecem. Ele passa o Natal e o Ano novo aqui há 18 anos!! O outro se chama Stefano e se hospeda na casa de amigos aqui em frente e faz as refeições no hotel. Foi muito jóia!
Até mais.
Tuesday, July 12, 2005
Monday, July 11, 2005
Sunday, July 10, 2005
Saturday, July 09, 2005
22/12/00 – Ortisei/Saint Ülrich
(Trentino-Alto Adige)
(Hotel Garni Snaltnerhof)
É incrível, tenho a impressão que hoje iremos dormir dentro de um conto de fadas... Explico, por etapas.
Acordamos em Veneza após uma longa noite de sono, dia de céu muito azul e frio cortante. Como o hotel não tinha café da manhã (certamente por absoluta falta de espaço para colocar uma sala de café...) saímos para procurar um café, que encontramos fácil e obviamente numa cafeteria, onde eu tomei um capuccino com croissant e o Cello uma cioccolata calda (segundo ele não tão “calda” quanto deveria, mas mesmo assim deliciosa) com um croissant. Voltamos ao hotel onde completamos o café com uma fatia da nossa “tortinha de Domaso” (comprada nesta cidade antes de ir visitar a Suíça). Fizemos o check out e rumamos para a gélida piazza de San Marco para ir pegar o vaporetto.
No vaporetto, já no final do trajeto, fomos para a parte externa do barco para aguardar a nossa estação. MEU DEUS DO CÉU, nunca senti tanto frio na minha vida. Chegava a doer os ouvidos, e a mão, mesmo com luva, estava congelada. Descemos para pegar o carro e descobrimos que apesar (e talvez por isso) do lindo dia de sol e de ser quase meio-dia, a temperatura era de 0°C. Levei mais de trinta minutos para voltar a sentir minhas mãos...
Pegamos a auto-estrada Veneza/Verona e, no caminho, paramos em dois “Auto-Gril” para comprar o CD dos Beatles para dar de presente de Natal para o Magno (no primeiro não tinha).Compramos também diversas “porcarias”: Pringles, bolacha recheada, chocolates, chicletes, balas... Comprei uma bonequinha (a irmã caçula da Barbie) de presente para a Beta. Seguimos em direção a Trento, aonde chegamos por volta das 13h. Tivemos dificuldade de estacionar, e depois de algumas voltas deixamos o carro no parcheggio Centro-Europa.
Fomo até a praça Dante Aligheri, que está toda coberta de gelo. Está havendo uma exposição de Natal, e como ainda não nevou, eles colocam uma máquina de neve (borrifa água que, pela temperatura, congela) fazendo tudo ficar branco, muito bonito. Fotos e almoçamos no Spizzico (da rede Auto Gril) em frente à praça. Comemos o melhor panini da viagem até agora. Depois, saímos comendo picolé Mega Piú, sendo que na rua, mesmo com sol, estavam 4°C! Coisa de louco. Passamos na estação ferroviária para ir ao banheiro e decidimos pegar o carro e ir procurar Verla di Giovo, cidade natal e onde meu pai morava antes de vir para o Brasil.
Até que foi barbada. Seguimos até Lavis (que eu lembrava ser a cidade de onde se subia para ir a Verla) e ali nos perdemos em meio a algumas ruas em obras. Após algumas manobras conseguimos achar a estrada e rapidamente subimos os cerca de 5km que nos separavam de Verla di Giovo. A região toda ainda está sem neve, e com aspecto outonal (árvores sem folhas, vegetação seca). Fotos na estrada, com a placa de Verla. Não tive coragem de bater na casa do Rino, mas tirei uma foto da rua bem embaixo da casa do Rino e do Enzo...Eu não ia conseguir me entender, uma pena, né?
Descemos de volta para estrada e seguimos em direção a Bolzano. As montanhas ainda sem quase nada de neve nos deixaram um pouco decepcionados. Será que nosso natal não vai ter neve? Tá super-frio, mas o tempo seco e ensolarado não permite precipitações. Passado o engarrafamento de Bolzano e já com a noite caindo, desviamos nosso caminho para Val Gardena/Ortisei, que eu lembrava ser um lugar lindo quando o visitamos (no verão) há 15 anos atrás. Primeiro tentamos uma estrada que estava fechada! Após alguns quilômetros havia uma outra estrada, desta vez livre. Subimos bastante em uma estrada sinuosa e o caminho passou a ficar coberto de gelo, não neve, mas um tipo de geada grossa e congelada, com aspecto lindo.
Chegamos a Ortisei já escuro, tudo congelado, inclusive as fontes de água, criando esculturas de gelo.Vários pinheiros de Natal com luzes brancas, como num sonho. Paramos no centro e o primeiro hotel que tentamos não só tinha quartos disponíveis, como o quarto é imenso, o hotel tem restaurante/pizzaria, uma padaria/delicatessen linda ao lado, e o preço é bárbaro (L$ 130.000 = US$ 60,00) com café da manhã. Claro que caiu do céu! O rapaz da recepção é supersimpático, chama-se Peter e nos trouxe 2 copos de cerveja de boas vindas! Ah, esqueci de dizer: lá fora, a temperatura é de –7°C!! Nunca passei tanto frio, a sorte é que dentro dos lugares chega a ser quente demais.
Caminhamos pelas lojinhas do centro. Várias lojas de esculturas de madeira (são o artesanato local) e de artigos para esqui. Tudo muito lindo. Agora vamos descer para jantar no restaurante do hotel. Quero tentar ligar mais tarde lá para casa.
Deu para entender porque do conto de fadas. Arrivederci!
Obs: a janta no Hotel foi E-S-P-E-T-A-C-U-L-A-R! A melhor de todas: minestrone, polenta com funghi e salsicha, vinho e strudel com nata! Indescritível! Total L$ 88.000 (com serviço) mas valeu cada centavo. Depois fomos até o orelhão para ligar para casa (-8°C).
(Hotel Garni Snaltnerhof)
É incrível, tenho a impressão que hoje iremos dormir dentro de um conto de fadas... Explico, por etapas.
Acordamos em Veneza após uma longa noite de sono, dia de céu muito azul e frio cortante. Como o hotel não tinha café da manhã (certamente por absoluta falta de espaço para colocar uma sala de café...) saímos para procurar um café, que encontramos fácil e obviamente numa cafeteria, onde eu tomei um capuccino com croissant e o Cello uma cioccolata calda (segundo ele não tão “calda” quanto deveria, mas mesmo assim deliciosa) com um croissant. Voltamos ao hotel onde completamos o café com uma fatia da nossa “tortinha de Domaso” (comprada nesta cidade antes de ir visitar a Suíça). Fizemos o check out e rumamos para a gélida piazza de San Marco para ir pegar o vaporetto.
No vaporetto, já no final do trajeto, fomos para a parte externa do barco para aguardar a nossa estação. MEU DEUS DO CÉU, nunca senti tanto frio na minha vida. Chegava a doer os ouvidos, e a mão, mesmo com luva, estava congelada. Descemos para pegar o carro e descobrimos que apesar (e talvez por isso) do lindo dia de sol e de ser quase meio-dia, a temperatura era de 0°C. Levei mais de trinta minutos para voltar a sentir minhas mãos...
Pegamos a auto-estrada Veneza/Verona e, no caminho, paramos em dois “Auto-Gril” para comprar o CD dos Beatles para dar de presente de Natal para o Magno (no primeiro não tinha).Compramos também diversas “porcarias”: Pringles, bolacha recheada, chocolates, chicletes, balas... Comprei uma bonequinha (a irmã caçula da Barbie) de presente para a Beta. Seguimos em direção a Trento, aonde chegamos por volta das 13h. Tivemos dificuldade de estacionar, e depois de algumas voltas deixamos o carro no parcheggio Centro-Europa.
Fomo até a praça Dante Aligheri, que está toda coberta de gelo. Está havendo uma exposição de Natal, e como ainda não nevou, eles colocam uma máquina de neve (borrifa água que, pela temperatura, congela) fazendo tudo ficar branco, muito bonito. Fotos e almoçamos no Spizzico (da rede Auto Gril) em frente à praça. Comemos o melhor panini da viagem até agora. Depois, saímos comendo picolé Mega Piú, sendo que na rua, mesmo com sol, estavam 4°C! Coisa de louco. Passamos na estação ferroviária para ir ao banheiro e decidimos pegar o carro e ir procurar Verla di Giovo, cidade natal e onde meu pai morava antes de vir para o Brasil.
Até que foi barbada. Seguimos até Lavis (que eu lembrava ser a cidade de onde se subia para ir a Verla) e ali nos perdemos em meio a algumas ruas em obras. Após algumas manobras conseguimos achar a estrada e rapidamente subimos os cerca de 5km que nos separavam de Verla di Giovo. A região toda ainda está sem neve, e com aspecto outonal (árvores sem folhas, vegetação seca). Fotos na estrada, com a placa de Verla. Não tive coragem de bater na casa do Rino, mas tirei uma foto da rua bem embaixo da casa do Rino e do Enzo...Eu não ia conseguir me entender, uma pena, né?
Descemos de volta para estrada e seguimos em direção a Bolzano. As montanhas ainda sem quase nada de neve nos deixaram um pouco decepcionados. Será que nosso natal não vai ter neve? Tá super-frio, mas o tempo seco e ensolarado não permite precipitações. Passado o engarrafamento de Bolzano e já com a noite caindo, desviamos nosso caminho para Val Gardena/Ortisei, que eu lembrava ser um lugar lindo quando o visitamos (no verão) há 15 anos atrás. Primeiro tentamos uma estrada que estava fechada! Após alguns quilômetros havia uma outra estrada, desta vez livre. Subimos bastante em uma estrada sinuosa e o caminho passou a ficar coberto de gelo, não neve, mas um tipo de geada grossa e congelada, com aspecto lindo.
Chegamos a Ortisei já escuro, tudo congelado, inclusive as fontes de água, criando esculturas de gelo.Vários pinheiros de Natal com luzes brancas, como num sonho. Paramos no centro e o primeiro hotel que tentamos não só tinha quartos disponíveis, como o quarto é imenso, o hotel tem restaurante/pizzaria, uma padaria/delicatessen linda ao lado, e o preço é bárbaro (L$ 130.000 = US$ 60,00) com café da manhã. Claro que caiu do céu! O rapaz da recepção é supersimpático, chama-se Peter e nos trouxe 2 copos de cerveja de boas vindas! Ah, esqueci de dizer: lá fora, a temperatura é de –7°C!! Nunca passei tanto frio, a sorte é que dentro dos lugares chega a ser quente demais.
Caminhamos pelas lojinhas do centro. Várias lojas de esculturas de madeira (são o artesanato local) e de artigos para esqui. Tudo muito lindo. Agora vamos descer para jantar no restaurante do hotel. Quero tentar ligar mais tarde lá para casa.
Deu para entender porque do conto de fadas. Arrivederci!
Obs: a janta no Hotel foi E-S-P-E-T-A-C-U-L-A-R! A melhor de todas: minestrone, polenta com funghi e salsicha, vinho e strudel com nata! Indescritível! Total L$ 88.000 (com serviço) mas valeu cada centavo. Depois fomos até o orelhão para ligar para casa (-8°C).
Friday, July 08, 2005
Wednesday, July 06, 2005
Tuesday, July 05, 2005
Monday, July 04, 2005
Sunday, July 03, 2005
Saturday, July 02, 2005
21/12/00 – Veneza, Veneto
(Hotel Ai Do Mori)
Ah, Veneza, Veneza, que saudades eu estava de Veneza (parafraseando o Xu, é claro...).
Acordamos no Hotel Fonte Boiola com o dia nublado e bem frio (± 4°C). Tomamos um ótimo café e, enquanto o Marcelo “visitava” o banheiro, eu saí para caminhar na parte antiga de Sirmione, e marcamos de nos encontrar na muralha após 30 minutos. O dia frio e nublado não conseguiu obscurecer a beleza do lugar. Sirmione, como eu disse, fica numa península dentro do lago. O lado di Garda é um sonho, águas transparentes, cheio de peixes, atos selvagens e cisnes. Nesta região existem fontes naturais de águas termais sulfurosas que são “drenadas” para as piscinas dos hotéis termais (o nosso tinha uma linda piscina externa com água quente e jatos de hidromassagem – pena que não entramos porque o Cello não trouxe calção).
Na beira do lago existem extensas áreas para pedestres, todas arborizadas, com bancos de praça, ciclovias, etc. Na ponta extrema da península, ficam ruínas romanas (parque fechado, visita a L$ 8.0000, não fomos). Em cada lugar em que se passa, tem hotéis enormes, a maioria fechado por ser fora de temporada. Aproveitamos demais a caminhada, quase ninguém nas ruas ou nos parques. Fotos, tranqüilidade...
Fizemos o check out do hotel mais ou menos às 11h e pegamos a auto-estrada A4 (Milão – Veneza). Fluxo intenso de caminhões, mas numa auto-estrada tudo fica próximo. Chegamos em Veneza por volta das 12h30 com o céu muito azul, sol e frio (5°C), parcheggio Troccheto, saímos a pé apenas com as mochilas e pequena sacola para não precisar carregar muito volume. Pegamos o vaporetto “na corrida” pois já estava saindo (bilhete L$ 6.000) e sentamos na parte interna pelo frio. Passou por diversos pontos e parou finalmente na parada de San Marco, onde descemos. Pelas dicas do pessoal, fomos atrás do hotel que eles haviam ficado. Eu havia entendido mal a explicação e achei que fosse embaixo da torre de San Marco, mas o Marcelo entendeu melhor e nos facilitou. Cruzamos uma ruela embaixo do relógio de San Marco (o dos bonequinhos – está em restauração), na primeira ruazinha à direita, ao lado do McDonald’s, estava a pequenina entrada do Hotel Ai do Mori. Toca-se uma campainha, abrem a porta, sobe-se uma escadinha, outra porta com porteiro eletrônico, outra escadinha estreita. Chegamos à micro-recepção e conseguimos o quarto n° 10 no 3 andar, com banheiro. O quarto é pequeno (típico de Veneza) e confortável, mas não tem café da manhã incluído. Preço de L$ 150.000, bom para Veneza.
Descemos para aproveitar o sol, mesmo assim, bastante frio.Caminhamos e fotografamos a praça de San Marco (sempre belíssima). Parte do palácio dos Doges está em restauro, assim como a torre do relógio. O movimento de pessoas é razoável, mas bem menor que no verão. Seguimos pela beira do grande canal, mais fotos, e entramos pelas ruelas, nos “embrenhando” por Veneza. Paramos para almoçar em uma ótima e aquecida pizzaria. Almoçamos com calma e na saída liguei para a mãe, pai, Kaká e Beta para contar as últimas.
No caminho, comprei sementes de vegetais para o pai e um livro de culinária e literatura em italiano para ele (espero que ele goste!). Visitamos a catedral de San Marco com seus mosaicos e que estava sendo preparada para um concerto (com toda parafernália de câmeras de filmagem). Continuamos pelas ruas, já anoitecendo, lojas e mais lojas de máscaras, cristais, souvenirs, além de todas as “grifes top”. Várias lojas enfeitadas e ruas cobertas de luzes natalinas, muito legal. Fomos até a ponte do Rialto e depois voltamos para a praça de San Marco e seguindo pela borda do canal grande para encontrar a lojinha onde o Marcelo havia escolhido um touquinha de lã cinza. No caminho de volta ao hotel, passamos em outra lojinha onde comprei lembrancinhas para trazer para o pessoal.Voltamos para o hotel para o banho e daqui a pouco sairemos para jantar, pois o pessoal disse que, aqui, após as 20h30, a maioria dos lugares não aceita mais pedidos para a janta.
Caminhamos na noite fria e estrelada de Veneza. Jantamos calmamente na Trattoria da Bruno, insalata mista, spaghetti ao sugo (Cello) e gnocchi al pesto (eu), vinho, mineral, tiramisu e capuccino. Volta ao hotel. Caminhar nas ruas vazias da bela Veneza é uma sensação maravilhosa. Já no quarto, descobri que nossa pequena janela permite ver a ponta da torre de San Marco e que a rua coberta de luzinhas brancas fica ainda mais bonita daqui de cima.
OBS – ataque de riso no restaurante com o Marcelo cantando “Io che amo solo te” e declarando-se campeão do mundo de ‘abertura de boca para cantar músicas italianas’. Eu mereço...
Até logo, arrivederci, ciao.
Ah, Veneza, Veneza, que saudades eu estava de Veneza (parafraseando o Xu, é claro...).
Acordamos no Hotel Fonte Boiola com o dia nublado e bem frio (± 4°C). Tomamos um ótimo café e, enquanto o Marcelo “visitava” o banheiro, eu saí para caminhar na parte antiga de Sirmione, e marcamos de nos encontrar na muralha após 30 minutos. O dia frio e nublado não conseguiu obscurecer a beleza do lugar. Sirmione, como eu disse, fica numa península dentro do lago. O lado di Garda é um sonho, águas transparentes, cheio de peixes, atos selvagens e cisnes. Nesta região existem fontes naturais de águas termais sulfurosas que são “drenadas” para as piscinas dos hotéis termais (o nosso tinha uma linda piscina externa com água quente e jatos de hidromassagem – pena que não entramos porque o Cello não trouxe calção).
Na beira do lago existem extensas áreas para pedestres, todas arborizadas, com bancos de praça, ciclovias, etc. Na ponta extrema da península, ficam ruínas romanas (parque fechado, visita a L$ 8.0000, não fomos). Em cada lugar em que se passa, tem hotéis enormes, a maioria fechado por ser fora de temporada. Aproveitamos demais a caminhada, quase ninguém nas ruas ou nos parques. Fotos, tranqüilidade...
Fizemos o check out do hotel mais ou menos às 11h e pegamos a auto-estrada A4 (Milão – Veneza). Fluxo intenso de caminhões, mas numa auto-estrada tudo fica próximo. Chegamos em Veneza por volta das 12h30 com o céu muito azul, sol e frio (5°C), parcheggio Troccheto, saímos a pé apenas com as mochilas e pequena sacola para não precisar carregar muito volume. Pegamos o vaporetto “na corrida” pois já estava saindo (bilhete L$ 6.000) e sentamos na parte interna pelo frio. Passou por diversos pontos e parou finalmente na parada de San Marco, onde descemos. Pelas dicas do pessoal, fomos atrás do hotel que eles haviam ficado. Eu havia entendido mal a explicação e achei que fosse embaixo da torre de San Marco, mas o Marcelo entendeu melhor e nos facilitou. Cruzamos uma ruela embaixo do relógio de San Marco (o dos bonequinhos – está em restauração), na primeira ruazinha à direita, ao lado do McDonald’s, estava a pequenina entrada do Hotel Ai do Mori. Toca-se uma campainha, abrem a porta, sobe-se uma escadinha, outra porta com porteiro eletrônico, outra escadinha estreita. Chegamos à micro-recepção e conseguimos o quarto n° 10 no 3 andar, com banheiro. O quarto é pequeno (típico de Veneza) e confortável, mas não tem café da manhã incluído. Preço de L$ 150.000, bom para Veneza.
Descemos para aproveitar o sol, mesmo assim, bastante frio.Caminhamos e fotografamos a praça de San Marco (sempre belíssima). Parte do palácio dos Doges está em restauro, assim como a torre do relógio. O movimento de pessoas é razoável, mas bem menor que no verão. Seguimos pela beira do grande canal, mais fotos, e entramos pelas ruelas, nos “embrenhando” por Veneza. Paramos para almoçar em uma ótima e aquecida pizzaria. Almoçamos com calma e na saída liguei para a mãe, pai, Kaká e Beta para contar as últimas.
No caminho, comprei sementes de vegetais para o pai e um livro de culinária e literatura em italiano para ele (espero que ele goste!). Visitamos a catedral de San Marco com seus mosaicos e que estava sendo preparada para um concerto (com toda parafernália de câmeras de filmagem). Continuamos pelas ruas, já anoitecendo, lojas e mais lojas de máscaras, cristais, souvenirs, além de todas as “grifes top”. Várias lojas enfeitadas e ruas cobertas de luzes natalinas, muito legal. Fomos até a ponte do Rialto e depois voltamos para a praça de San Marco e seguindo pela borda do canal grande para encontrar a lojinha onde o Marcelo havia escolhido um touquinha de lã cinza. No caminho de volta ao hotel, passamos em outra lojinha onde comprei lembrancinhas para trazer para o pessoal.Voltamos para o hotel para o banho e daqui a pouco sairemos para jantar, pois o pessoal disse que, aqui, após as 20h30, a maioria dos lugares não aceita mais pedidos para a janta.
Caminhamos na noite fria e estrelada de Veneza. Jantamos calmamente na Trattoria da Bruno, insalata mista, spaghetti ao sugo (Cello) e gnocchi al pesto (eu), vinho, mineral, tiramisu e capuccino. Volta ao hotel. Caminhar nas ruas vazias da bela Veneza é uma sensação maravilhosa. Já no quarto, descobri que nossa pequena janela permite ver a ponta da torre de San Marco e que a rua coberta de luzinhas brancas fica ainda mais bonita daqui de cima.
OBS – ataque de riso no restaurante com o Marcelo cantando “Io che amo solo te” e declarando-se campeão do mundo de ‘abertura de boca para cantar músicas italianas’. Eu mereço...
Até logo, arrivederci, ciao.
Friday, July 01, 2005
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